um cadim da minha forma de enxergar o mundo
quinta-feira, 7 de maio de 2026
Eu gosto do silêncio
quinta-feira, 30 de abril de 2026
Um dez a fio supimpa!
quinta-feira, 2 de abril de 2026
Ôns lotado e devaneios também
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sexta-feira, 13 de março de 2026
Santêrerê
Uma formosura em cada rua, em cada canto, em cada segundo e minuto que se anda por esse bairro...
Em pleno mês de março, numa madrugada de quinta pra sexta, voltando da celebração de aniversário do Sérgio Pererê, luzinhas de Natal acesas numa árvore do jardim de uma casa na rua Formosa. Por que não?
Tudo reluz, mesmo em nossas sombras! Daqui, dali, acolá, o ano todinho.
Coisa mais formosa é a vida, formosura é esse bairro e cada cantinho. Formosura é celebrar a vida de um dos maiores nomes da música mineira, quiçá da música brasileira e mundial no primeiro bairro que morei, o Concórdia.
É memória, é alegria, é vida, é potência, é movimento. A vida é movimento!
Dos 50 anos do Pererê, há ao menos 25 eu sigo admirando a potência da sua voz, presença e alma nesse mundão. Certamente o presente somos nós quem ganhamos a cada dia!
Feliz idade! Viva a vida!!
quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
Vovôzin, meu amor todinho
ontem, ao chegar em Formiga, fui direto no vovô para cumprimentá-lo.
carrancudinho lindeza que é, em toda minha vida sempre que fui vê-lo e perguntei como está, ele sempre respondia com algo como "ah, uma dor nas costas", "ah, tô bom não...", "ah, tô com umas dores", "ah, tô levando", "ah, tô indo...", etc.
e para minha surpresa, ontem, ao chegar e ir correndo abraçá-lo no quarto dele e perguntar, ele soltou em bom tom um "tô bom não, tô ótimo!"
murri de alegria!! milagres de Natal podem acontecer, acredite! hohoho
segunda-feira, 24 de março de 2025
Bordando memórias
O luto é como o avesso do bordado, com seus espaços vazios, buracos e o caos do entrelaçar das linhas.
As lembranças gostosas e a presença marcante daquela pessoa, nesse nosso mundão, permanecem vivas.
quinta-feira, 13 de março de 2025
Carnavalizar com a cultura popular
há felicidade pra lá de metro encantando crianças de todas as idades
da primeira infância à terceira idade, há limite para a felicidade?
é um cadim de cantoria pra lá, bate bate o pé pra cá, bate bate palma pra lá
umbigadas e mais umbigadas acompanhadas de sorrisos e mais sorrisos
há sincronia entre cada troca de dançarinos no meio da roda
é sincronia no olhar, sincronia no dançar, sincronia no brincar!
em cada entoar de canto, muita história de resistência e alegriar
bate bate o pé no chão, ecoando no coração a emoção dessa tradição
quarta-feira, 31 de janeiro de 2024
pensando na finitude da vida
e na infinitude do enquanto ela é vivida
🍄
segunda-feira, 8 de janeiro de 2024
Conexões inesperadas: música, dança, solitude e reflexões no Uber
Começar a semana com um sorriso na alma é gostoso demais! O motorista do Uber começou perguntando sobre a rádio que eu queria ouvir. Colocou e depois ele começou a puxar assunto (o que geralmente me dá preguiça, bichinho do mato que sou - e por geralmente o papo ser ruim), perguntando se gosto de samba, que era o que tava tocando na rádio brasileiríssima (100,9), daí perguntou o que mais gosto de ouvir e tal, ele disse que gosta de forró pé de serra, perguntou se eu gostava e do que mais gostava de música, comentei que gosto das velharias da MPB, citei o Chico César e Geraldo Azevedo, ele disse que tb foi ao show e tal…
Sobre forró, eu falei que gosto mto de ouvir, mas não sei dançar. Ele disse uma frase mto bonita, que "pra saber dançar, é preciso saber ouvir". 🤯
A mente explodiu. Que frase linda! E é exatamente isso, né? Não adianta querer dançar algo. Primeiramente é preciso ouvir e sentir a música, pois assim o ritmo flui de forma natural, te permitindo dançar. Lembrei dos anos que fiz jazz dance e era isso mesmo que eu sentia.
Depois o papo fluiu, falamos sobre viajar à sós, ele contou que morava em Portugal, jogava futebol lá, daí qdo voltou pro Brasil, enquanto pensava no que faria aqui, foi pra São Thiago, no Chile, sozinho e se permitiu tb. Contei de quando fui pra Jericoacoara e Canoa Quebrada, falamos bem do Nordeste, etc.
Contei que sou bicho do mato, por isso amo viajar sozinha. Falamos sobre envelhecer no mato e me fez refletir sobre algo. Meu pai e meu irmão, por exemplo, dizem que não morariam no mato/interior de forma alguma, pela falta do que fazer.
Isso é justamente o que me atrai pra morar no interior, ver a vida passando mais devagar, com mais qualidade de vida e tal… conversamos sobre como, no geral, pessoas que têm essa vontade são pessoas que se dão bem consigo mesmas, na solitude. Paramos pra pensar como grande parte das pessoas não dá conta de si mesma, não ama sua própria companhia por mto tempo.
Qdo cheguei no destino que o Uber me deixou, ele disse pra eu me permitir (sobre amizades que falei que não costumo fazer), e que tenho uma energia mto, mto boa. Que cara de luz! Pela primeira vez na vida gostei de um papo de Uber.
(texto perdido no meu Google Drive, não é de hoje, mas hoje também é segunda-feira)
quarta-feira, 29 de março de 2023
quinta-feira, 12 de agosto de 2021
Sou meu próprio universo
Tenho em mim minha própria constelação, minha luz própria e, assim, faço de mim um universo particular, meu universo, meu lar. Alegria! Alegria!
Eu sou meu próprio lar. E como todo lar, às vezes me bagunço, às vezes sou caos, mas geralmente sou equilíbrio. E sou sempre aconchego, sou sempre amor. De mim para mim. De mim para o outro. Do outro para mim. Seja amor, espalhe amor!
Pinguelinha e outras cositas mais da nossa criança interior
Dia desses relembrei a parlenda da pinguelinha. E que delícia foi gravar esse videozinho... Depois ficamos relembrando brincadeiras de infância, uma infância saudável de brincadeiras de rua.
Ei, você, quando pensa na sua infância, quais parlendas você se lembra? Quais brincadeiras? Qual o primeiro cheiro marcante que vem a sua mente? Qual a primeira música que aprendeu? Qual a primeira oração que te ensinaram? Qual o primeiro amigo de verdade que você fez? Vocês ainda são amigos? Qual o primeiro contato com a natureza você se lembra na sua infância?Não é segredo pra maioria das pessoas que me conhece que sou muito nostálgica. Essa nostalgia tem sido cada vez mais reflexiva. Amo ficar relembrando coisas da infância e identificando o que ficou daquela época na minha eterna criança interior.
Nossa criança interior é algo muito forte e lindo. Através dela entendemos muito do que fomos até aqui, muito do que somos, o que seremos ou queremos ser, como queremos criar nossos filhos. É algo louco e muito gostoso! Amo escrever sobre isso no meu caderninho, é super terapêutico!
Acolher nossa criança interior nos traz força, doçura e confiança para a vida adulta. Perdoe suas experiências de desamor, exclusão ou abandono, seja por familiares ou amiguinhos...
Essas experiências nos fazem retrair como forma de defesa e isso acaba refletindo de maneira a não nos permitir dar ou receber amor plenamente na vida adulta. As dores da nossa infância, da nossa criança, infelizmente (e felizmente também) têm grande impacto na vida adulta. Algumas a gente nunca consegue curar ou perdoar, mas é sempre gostoso e gratificante tentarmos.
Acolher nossa criança é essencial para nossa evolução e maturidade espiritual, para que possamos não mais ficar sempre na defensiva, reagindo a tudo que nos faz lembrar nossas dores.
Pegue suas dores e as transforme em cores, flores, amores e sabores! E que tudo seja leve, se não hoje, num futuro próximo.


