domingo, 28 de dezembro de 2008

Agora somos 15


Maria, Maria, é um dom, uma certa magia, uma força que nos alerta.
Maria... Mais uma priminha pra bagunçar com a primaiada zoide! =D

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Everybody dancing now

Com duas conchas nas mãos, vem vestida de ouro e poeira falando de um jeito maneira da lua, da estrela e de um certo amor q agora acompanha seu dia, e pra minha poesia é o ponto final. É o ponto em que recomeço, recanto e despeço da magia que balança o mundo...
Bailarina, soldado de chumbo.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Ironia das flores

A beleza das flores morre ao tirá-las da terra. Ao tirá-las de seu aconchego, de seu relacionamento literalmente profundo por ser enraizado no solo. É realmente lindo receber flores... Mas elas suportam fora do solo no máximo 7 dias. O que são 7 dias pra você? Uma semana, certo?! Para as flores fora do solo é uma vida contada para chegar ao final e acabar com sua beleza e com seu doce perfume... Fim da vida. Fim do perfume. As flores de plástico não morrem! Mas também não perfumam.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Just call my name

Lí é parte do nome, parte do meu nome é
Rio é como flui uma corrente natural de água
O meu só desemboca em outro lago e rio, mar cansa
Lago, lagoa, rio e cachoeira trazem lembranças
No mar as lembranças costumam oscilar com as ondas
Lírio lembra lirismo, o belo, a poesia...
Lírio?! Bela flor. Lírio você conhece

Prazer, Lí.rio

domingo, 23 de novembro de 2008

Um dia frio

Quando o navio finalmente alcançar a Terra, e o mastro da nossa bandeira se interrar no chão, eu vou poder pegar em tua mão, falar de coisas que eu não disse ainda não. Coisas do coração, coisas do coração... Quando a gente se tornar rima perfeita, e assim virarmos de repente uma palavra só, igual a um nó que nunca se desfaz, famintos um do outro como canibais...
Paixão e nada mais, paixão e nada mais.

Coisas do coração - Raul Seixas, claro

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Sentimentalismo

Saudade é um sentimento presente até demais em mim... Um sentimento egoísta para nós, da língua portuguesa, cuja palavra não emprestamos para um país de "primeiro mundo" como os Estados Unidos da America [unft! que coisa, não?!]. I miss you não é saudade. Eu sinto sua falta não é saudade. Saudade é muito mais... Saudade é um dos sentimentos mais prazerosos, mesmo que dolorido. E não, eu não sou masoquista. Ou sou?! Bem, não importa... Ou importa?! Saudade é a lembrança daquela pessoa, daquele momento, daquilo que se viveu, do lugar que se foi, daquela viagem... Saudades para mim não passam nem quando [re]vejo a pessoa ou quando vou ao lugar. É o chamado gostinho de quero mais! E a pior das saudades é aquela em que não se pode ver a pessoa novamente [ainda não vivi isso, ainda bem], ou não se pode viver o momento de novo nem ir àquele lugar novamente [sou feita disso].

Feita de nostalgia.

E veja você também um dos significados de saudade no dicionário;
"Bot. Designação comum a diversas plantas da família das dipsacáceas, principalmente da espécie Scabiosa maritima, e às suas flores; escabiosa, suspiro"


Essa flor atende por saudade. Prazer!

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Free bird

Eu conheço as minhas liberdades
pois a vida não me cobra o frete

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Vamos fugir?

F azem dos encontros mais do que simples encontros
U m conjunto de momentos em que vivevemos intensamente
R eunindo os melhores personagens mineiros em um mesmo paraíso
N ão apenas humanos, mas a água, o sol, a lua sempre bela
A ssim como a chuva, a barraca, o baralho, o prazer constante
S empre, pois somos adeptos do Carpe Diem. E do Carpe Noctem...

Nostalgia

1. Melancolia produzida no exilado pelas saudades da pátria
2. Saudade

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Como a lua cheia

A tendência das coisas é tornarem-se redondas.
Sem quinas, para que não causem ferimentos...

domingo, 5 de outubro de 2008

Análise.

Fica explícito que quando vamos para frente, coisas ficam para trás, mas o certo é que nunca sabemos ques coisas são essas...

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Fala comigo como se fosse a chuva
Que eu estarei aqui sentada pra ouvir

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Uma estranha por aqui...

"People are strange, when you're a stranger
Faces look ugly when you're alone
Streets are uneven, when you're down

When you're strange
Faces come out of the rain
When you're strange
No one remembers your name"


The Doors - People are Strange

sábado, 16 de agosto de 2008

Quem sabe eu ainda sou uma garotinha...

É uma sensação incrível e com tantas pessoas lindas ao redor! São pessoas tão diferentes, mas ao mesmo tempo tão iguais a você, pois estão ali pelo mesmo motivo... São pessoas animadas, que têm prazer naquilo que estão fazendo ali. Ali, entre quatro paredes todos voltam a ser criança e liberam toda a sua alegria de uma forma ou de outra e de todas as formas. Nos olhamos sempre liberando um sorriso acompanhado de um olhar nos olhos do outro. Com uma palma demos um pulo acompanhado de um som qualquer. Com duas palmas deitamos, encostamos a cabeça no chão e levantamos novamente. Com três palmas apontamos pra um lugar em qualquer direção oposta a que estávamos correndo e seguimos por ela. Com quatro palmas paramos de frente pra pessoa que estiver mais perto e a abraçamos... E ao começar a contagem corremos para o centro da sala formando um roda bem juntinha. Inprovisações nos fazem interagir para nos conhecermos melhor. O reflexo do bastão e a ansiedade de conseguirmos a quantidade certa nos esquenta e nos aproxima pelo olhar. E é assim, com tanta coisa prazerosa acontecendo ao mesmo tempo e com tantos dentes lindos sorrindo através dos lábios de todos nós que são as nossas manhãs de sábado. Melhores impossíveis!

segunda-feira, 11 de agosto de 2008


Vamos fugir pra este lugar?

terça-feira, 29 de julho de 2008

Caçadora de palavras

A vontade de escrever é grande, mas as palavras se escondem. As palavras vivem escondendo de mim, parecem querer brincar de esconde-esconde. Não, não quero mais brincar de esconder com vocês. Quero agora achá-las e não mais me esconder de vocês tb. Da letra e de quem lê, toda palavra escrita, rabiscada... As palavras vivem escondidas na escuridão do silêncio, assim como na claridade do caos. Palavras flutuantes flutuam pelos mais belos lugares que passo e ficam por lá mesmo, seja em um rio, mar, ou até mesmo num copo d'água. Acomodam-se por lá e mexem-se selvagemente enquanto deslizam pelo universo.

Palavras, apenas
Palavras pequenas
Palavras, momento
Palavras, palavras
Palavras ao vento
Palavras...


[Cássia Eller - Palavras ao vento]

segunda-feira, 7 de julho de 2008

dance/atue/cante/declame/viva

"Todas as pessoas morrem uma única e escassa vez. Já os atores podem morrer todos os dias. Duas vezes por dia, aos sábados domingos e matinês a preços populares"

Nelson Rodrigues.


"Um, dois, três e quatro, dobro a perna e dou um salto, viro e me viro ao revés. E se eu cair conto até dez. Depois, essa lenga-lenga toda recomeça. Puxa vida, ora essa! Vivo na ponta dos pés. Quando sou criança viro orgulho da família: giro em meia ponta sobre minha sapatilha. Sem querer esnobar sei bem fazer um gran de car. E pra um bom salto acontecer me abaixo num demi plie. Sinto de repente uma sensação de orgulho se ao contrário de um mergulho pulo no ar num gran geté. Quando estou num palco entre luzes a brilhar, eu me sinto um pássaro a voar, voar, voar... Toda bailarina pela vida vai levar sua doce sina de dançar, dançar, dançar!"

A bailarina - Toquinho.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Bubiças

Enquanto sou uma caixinha de segredos
Enquanto você me conta seus segredos
Vontade louca de abrir minha caixinha
Assim então eu abro a sua e quase nada
Quase nada nunca teve um cheiro tão nostálgico
Quase nada cheira a incenso e eu viajo
Viajo utopicamente para a Terra dos Bobos
Vem à minha mente sua expressão tão carinhosa
Isto é mais que útil; companheirismo, incentivo
A menininha não quer despertar
Um sonho belo, um belo sonho
Realidade
Real
Ida
De amadores

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Menina dos olhos verdes

Menina dos olhos verdes, por que não me vedes? Eles verdes são e têm por usança, na cor esperança, e nas obras não. Vossa condição não é d'olhos verdes, porque me não vedes [...] Haviam de ser, porque possa vê-los, que uns olhos tão belos não se hão-de esconder; mas fazeis-me crer que já não são verdes, porque me não vedes. Verdes não o são no que alcanço deles; verdes são aqueles que esperança dão. Se na condição está serem verdes, por que me não vedes?

Camões.
Gostei desses trechos...

terça-feira, 22 de abril de 2008

Vinte, vinte e um

O que nos une?
O que nos une assim?
É a delícia dos corpos?
É o desejo sem fim?

Será a beleza, o sorriso, o tato?
Será a presença? ou a voz? ou o lábio?
Será a vontade de ficarmos sós?
E, cada um, tão sozinho, compondo o "nós"?

As flores insones agora descansam.
Viva todo o seu mundo.
Sinta toda a liberdade.
E quando a hora chegar, volta!
Mais uma vez...

sábado, 12 de abril de 2008

Dezenove

Uma semana. Não durmo.
Uma semana. Insônia!
Uma semana. Mtos sonhos.
Uma semana. E mto calor.
Uma semana. Ansiedade!
Uma semana. De quê?!

Há uma semana. Uma semana.
Há meses, a falta do anjo do caos.

domingo, 6 de abril de 2008

O laço e o abraço - Mário Quintana

Meu Deus! Como é engraçado!
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço...
uma fita dando voltas.
Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira,
circula e pronto: está dado o laço.

É assim que é o abraço: coração com coração, tudo
isso cercado de braço.

[...]

Então o amor e a amizade são isso...
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço

sexta-feira, 21 de março de 2008

Starlight Spirit

Hoje, dia 21/3, é dia da poesia. Recordando do mais belo e puro presente que já ganhei, deixo aqui minha homenagem ao autor de tão belo poema! Poesia... Quanta lembrança boa essa palavra me traz. Me passam filmes das mensagens, das palavras carinhosas, das trocas sinceras e penetrantes de olhares, dos envolventes abraços, dos momentos e da saudade que tudo isso dá. Pensei em lhe mandar uma carta. Na verdade cheguei a escrever, mas seria perda de tempo enviá-la se vc não responderia. Ou responderia?! Acho que não... Mas enfim, obrigada. Muito obrigada mesmo! ^^

quinta-feira, 13 de março de 2008

Legião Urbana - Angra dos reis

Deixa, se fosse sempre assim, quente... Deita aqui perto de mim. Tem dias que tudo está em paz, e agora os dias são iguais. Se fosse só sentir saudade, mas tem sempre algo mais! Seja como for, é uma dor que dói no peito... Pode rir agora que estou sozinho, mas não venha me roubar. Senti teu coração perfeito batendo à toa e isso dói! Seja como for, é uma dor que dói no peito... Pode rir agora que estou sozinho, mas não venha me roubar. Mesmo se as estrelas começassem a cair, e a luz queimasse tudo ao redor, e fosse o fim chegando cedo, e você visse o nosso corpo em chamas... Deixa pra lá! Quando as estrelas começarem a cair me diz, me diz pra onde é que a gente vai fugir?!

[é o ponto em que recomeço, recanto e despeço da magia que balança o mundo. bailarina, soldado de chumbo.]

domingo, 9 de março de 2008

Essence

You are my sweetest downfall
I loved you first, I loved you first
Beneath the sheets of paper lies my truth
I have to go, I have to go
You are my sweetest downfall
I loved you first, I loved you first
Beneath the stars came falling on our heads
But there just old light, there just old light

quarta-feira, 5 de março de 2008

Wish you were here

"We're just two lost souls swimming in a fish bowl year after year."

domingo, 2 de março de 2008

Guantánamo


"Guantánamo: história de homens e bichos" é um espetáculo que surgiu de uma conclusão do curso de Artes Cênicas/Bacharelado em Direção Teatral e Interpretação da Universidade Federal de Ouro Preto. Trata-se de uma investigação cênica sobre a prisão implantada pelos Estados Unidos na base naval de Guantánamo, em Cuba. Constituído basicamente por material documental, o espetáculo apresenta a trajetória de prisioneiros muçulmanos pretensamente ligados aos atentados terroristas do "11 de setembro", aprisionados sem nenhuma acusação formal e sem direito a defesa. O espetáculo utiliza de estéticas contemporâneas como fusão de linguagens, utilização de espaço alternativo, público inserido no espaço cênico, inserção de vídeo, teatro como locus de crítica social, a utilização do corpo engajado. Caracteriza-se principalmente por propor reflexão política e estética a partir da experimentação e investigação do teatro político-documental.

uma pena o último dia da peça aqui em BH ser hj. é mais do que recomendada! Dani, minha prima e diretora da peça, tá mais do que de parabéns MESMO! assistindo e pesquisando sobre o assunto dá mais ódio ainda dos EUA! ¬¬

vídeo recomendado: http://www.youtube.com/watch?v=vjSFcPgtjSE

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Óculos de grau

Vejo por trás da lente o seu olho esbugalhado. Penso o que você sente vendo o mundo enquadrado que melhora a sua visão, mas não serve pra minha. E no banho imagino você enxergando embaçado. Cada um vê com o olho que tem. Aquilo que pode e o que lhe convém! Cada um vê com o olho que tem... E se o olho não vê e o coração não sente, janela da alma é crente.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

More than words...

"Saying I love you. Is not the words I want to hear from you. It's not that I want you. Not to say, but if you only knew how easy it would be to show me how you feel. More than words is all you have to do to make it real. Then you wouldn't have to say that you love me cause I'd already know. Now that I've tried to talk to you and make you understand, all you have to do is close your eyes and just reach out your hands and touch me. Hold me close don't ever let me go! More than words is all I ever needed you to show then you wouldn't have to say that you love me cause I'd already know. More than words..."

(8) Extreme.

não, realmente não são as palavras q quero exatamente ouvir. e a palavra vem, querendo se esconder no silêncio, baixinha com a altura da intenção, da insegurança. palavras de um futuro bom.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Você é o que ninguém vê!

Você é os brinquedos que brincou, as travessuras que viveu, os desenhos que assistiu, os segredos que guardou, você é o renascido depois do acidente que escapou, aquele amor atordoado que viveu, você é o que você lembra, mas também o que não lembra. Você é o sorriso, a gargalhada, a infância que você recorda, mas também os ferimentos que restaram dela. Você é a dor de não ter dado certo, de não ter falado na hora, a emoção de um trecho de livro, a cena de rua que lhe arrancou lágrimas, você é o que você chora. Você é o abraço inesperado, o abraço apertado, a força dada para o amigo que precisa, a sensibilidade que grita, o carinho que permuta, os pedaços que junta. Você é o orgasmo, o beijo, a mordidinha carinhosa, os apelidos dados pelas pessoas que você mais admira, você é o que você desnuda. Você é a raiva de não ter alcançado, a impotência de não conseguir mudar, a preguiça, a raiva que tudo isso dá. Você é os filmes que gosta, as músicas que tantas lembranças lhe trazem, você é a ópera que lhe surpreendeu e arrepiou, você é o que você vive. você é as cartas que recebe, as cartas que você escreve, você é as lembranças guardadas na sua caixa de Pandora, você é o que você recorda. Você é o olhar profundo compartilhado com alguém, o romantismo raro, você é o que você ama. Você é o que você sonha, o que sonha ser realidade. Você é o batuque do tambor que ressoa internamente vibrando tudo ao seu redor. Você é o carinho que recebe, o cafuné, o abraço apertado. Você é o que ninguém vê.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Já me fazem falta.


Terça, 12 de fevereiro de 2008,
17:20h chego ao 1º ato e sento ali, em uma daquelas mesinhas que eu sempre sentava ou com a Luisinha pra comer pão com nutella, ou com o Lucas pra ouvir ele cantando pra mim e falando as coisas engraçadas da cabeça dele e suas idéias filosóficas sobre tantas coisas, ou com a Bianca pra rirmos do q acontece nos 'bastidores' daquela escola [e acredite, é cada coisa...]. Fico lembrando de cada momento vivido ali nas turmas, nas palhaçadas da Pit que sempre até nos meus piores momentos me faziam rir e me alegravam nem que fosse apenas naquele momento, das aulas tão engraçadas do jazz avançado, da Babi Sabino me chamando de chata [e vice-versa], das piadas toscas da Marina Novais [tipo a do 'Shu'], das perguntas viajadas da Alice, etc. Fiquei ali na mesinha lanchando, lendo e fitando os olhos na tv q passava o DVD do festival de novembro e dezembro de 2007. É, depois de 3 anos estudando jazz dance lá, vou parar esse ano. Fazer aula de teatro [iupiii!] pra me preparar melhor ainda pelo o que vem pela frente. Talvez eu volte ano que vem. Talvez...

"Cara de bolacha, corpo de princesa, fala igual uma maritaca, essa é a Livinha minha lindeza. hahaha" Até das brincadeiras toscas, mas felizes, do meu amigo bailarino Lucas Soares eu vou sentir saudades! :~

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Doce inocência...

Já dizia Cássia Eller; "Quem sabe eu ainda sou uma garotinha esperando o ônibus da escola sozinha?! Quem sabe a vida é não sonhar?! Eu só peço a Deus um pouco de malandragem, pois sou criança e não conheço a verdade. Bobeira é não viver a realidade... E eu ainda tenho uma tarde inteira." Relembrando e querendo viver novamente o tempo q passou, o tempo da minha infância. Tenho pensado mto e vivido mtas vezes presa em alguns devaneios nela contidos. Parece q minha vida congelou naquele tempo. Entre 1996 e 2002... Como era boa a época em q na escola eu fingia estar com dor de cabeça só pra sair da sala de aula e poder tomar um chazinho de erva cidreira na enfermaria do colégio q era onde certamente havia o melhor chá desse sabor. Ah, como era bom dançar Chiquititas no recreio, enviar cartinhas e bilhetinhos pras amigas no meio de alguma aula importante, comer o lanche da cantina e até as briguinhas infantis. Como é bom relembrar a infância dos anos 90, as vezes q eu tocava campainha e corria, as brincadeiras, os desenhos animados, o primeiro amor! Bobeira é não viver a realidade. Mas eu vivo. Ou pelo menos tento viver.

[let's still living in the way it comes]