para todas as coisas: dicionário.
para que fiquem prontas: paciência.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
sábado, 19 de setembro de 2009
Assim devera eu ser
Pudera eu ouvir o cantar dos pássaros, a voz da minha mãe, a voz do meu pai, a voz do meu irmão, o latido dos cães, o som numa aula de jazz dance, a chuva caindo, as risadas gostosas das pessoas, os estalos de um beijo, os estalos dos meus dedos, o leve roçar dos braços num abraço, os solos de guitarra do Jimi Hendrix, o batuque do samba. Pudera eu sentir o cheiro de um pão de queijo quentinho, de uma bala de melancia, de terra molhada, do miojo de pizza, do omelete, da primavera, do inverno. Pudera eu manusear os feijões num grande saco de feijão da feira, a macia pétala da rosa, um travesseiro macio após um dia exausto, madeixas alheias num cafuné. Pudera eu degustar um bom vinho, um licor de canela, sentir o gosto de um beijo apaixonado, de um pão de queijo, da bala chita, do suco de laranja, do açaí. Pudera eu ver artistas se expressando em teatro, dança, poesia, show, as infinitas cores do arco-íris, a queda da cachoeira, o olhar de amigos e amados, o sorriso sincero de uma criança por mais peste que esta seja, a alegria das pessoas que amo, as cores da natureza.
Mas sou uma utopia...
Sem nenhum sentido!
E quando eu nascer e for ao mundo isso tudo será real.
Mas sou uma utopia...
Sem nenhum sentido!
E quando eu nascer e for ao mundo isso tudo será real.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Resumo
cachoeira; jazz dance; montanha; carinho; música; ansiedade; açai; fotografia; Belchior; abraço verdadeiro; sonhos; insegurança; Beatles; campo; nostalgia; olhares; acampamento; respeito; percepção; amor; Alceu Valença; vícios; manias; rock; interior; desejos; complexos; Béozonte; dúvidas; imaginação; origami; cama; primaiada; lembranças; medos; sonhos; leitura; cultura; flauta; Raul Seixas; família; sapatilhas; infância; psicologia; mpb; cartas; Furnas; pôr-do-sol; viajar; hedonismo; dormir; cidade histórica; pimenta; teatro; preguiça; quase; se; talvez; [...]
segunda-feira, 1 de junho de 2009
O meu pé de laranja lima
"Matar não quer dizer a gente pegar o revólver de Buck Jones e fazer bum! Não é isso. A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um dia a pessoa morreu..."
domingo, 26 de abril de 2009
Durante a viagem
Durmo de óculos que é pra enxergar os sonhos distantes.
M esmo
I mpossibilitada de enxergar bem de longe
O ra sim, ora não,
P oderei sempre,
I nconsciente ou conscientemente
A lcançar e enxergar os sonhos distantes
M esmo
I mpossibilitada de enxergar bem de longe
O ra sim, ora não,
P oderei sempre,
I nconsciente ou conscientemente
A lcançar e enxergar os sonhos distantes
sábado, 25 de abril de 2009
Famílis nova
O que é o LEO Clube?
LEO Clubes são clubes de serviço filantrópico juvenil do planeta, patrocinados por Lions Club, compostos por jovens, com faixa etária entre 12 a 28 anos.
São clubes que existem em vários países do mundo e realizam atividades em prol da cultura, cidadania e outras mais, ampliando seus conhecimentos e horizontes através da dedicação ao serviço filantrópico.
Os LEO Clubes oferecem também OPORTUNIDADES para um melhor desenvolvimento pessoal, fazendo novas amizades e obtendo uma melhor compreensão humana. Em vez de apenas desejar que o mundo seja um lugar melhor para se viver, os componentes dos LEO Clubes trabalham para alcançar esse objetivo. Estes clubes possuem suas diretorias que, por eleições, se renovem a cada ano. Os sócios se denominam "companheiros" e todos usam na lapela um distintivo com o emblema oficial dos LEO Clubes.
O movimento LEO no Brasil conta com cerca de 13 mil jovens que atuam nos quatro distritos múltiplos (LA, LB, LC e LD) e fazem uma grande diferença.
Objetivos do LEO Clube:
Promover atividades de serviço entre a juventude da comunidade tendo, como conseqüência, o desenvolvimento das qualidades individuais de Liderança, Experiência e Oportunidade. Unir os sócios pelos laços de amizade, companheirismo e compreensão mútua.
Propósitos do LEO Clube:
OFERECER à juventude do mundo uma oportunidade para contribuir individual e coletivamente, com as comunidades local, nacional e internacional, e para desenvolver-se como membros responsáveis dessas entidades. PROMOVER entre os sócios a adoção de altos princípios de ética. DESENVOLVER qualidades de liderança. DAR ao sócio a experiência de serviço comunitário. PROMOVER a compreensão internacional.
LEO Clubes são clubes de serviço filantrópico juvenil do planeta, patrocinados por Lions Club, compostos por jovens, com faixa etária entre 12 a 28 anos.
São clubes que existem em vários países do mundo e realizam atividades em prol da cultura, cidadania e outras mais, ampliando seus conhecimentos e horizontes através da dedicação ao serviço filantrópico.
Os LEO Clubes oferecem também OPORTUNIDADES para um melhor desenvolvimento pessoal, fazendo novas amizades e obtendo uma melhor compreensão humana. Em vez de apenas desejar que o mundo seja um lugar melhor para se viver, os componentes dos LEO Clubes trabalham para alcançar esse objetivo. Estes clubes possuem suas diretorias que, por eleições, se renovem a cada ano. Os sócios se denominam "companheiros" e todos usam na lapela um distintivo com o emblema oficial dos LEO Clubes.
O movimento LEO no Brasil conta com cerca de 13 mil jovens que atuam nos quatro distritos múltiplos (LA, LB, LC e LD) e fazem uma grande diferença.
Objetivos do LEO Clube:
Promover atividades de serviço entre a juventude da comunidade tendo, como conseqüência, o desenvolvimento das qualidades individuais de Liderança, Experiência e Oportunidade. Unir os sócios pelos laços de amizade, companheirismo e compreensão mútua.
Propósitos do LEO Clube:
OFERECER à juventude do mundo uma oportunidade para contribuir individual e coletivamente, com as comunidades local, nacional e internacional, e para desenvolver-se como membros responsáveis dessas entidades. PROMOVER entre os sócios a adoção de altos princípios de ética. DESENVOLVER qualidades de liderança. DAR ao sócio a experiência de serviço comunitário. PROMOVER a compreensão internacional.
domingo, 12 de abril de 2009
Pureza
"Canta, Maria
A melodia singela
Canta que a vida é um dia
Que a vida é bela, minha Maria
Maria é meu amor
Amor que me faz chorar"
Fernanda Takai - Canta, Maria
Tanta festa familiar de uma família tão animada e unida em apenas um fim de semana, conhecer a priminha mais nova e mais lindis da Primaiada Zoide [Maria], brincar com o Davizoide e ter o prazer de ouvir a risada dele, que é a mais gostosa, rir da Clara e com a Clara, rever pessoas tão amadas e ainda assim sentir saudades de outras, não tem preço. Para todas as outras existem mais reuniões familiares. Babo ovo demais mesmo e nem ligo...
A melodia singela
Canta que a vida é um dia
Que a vida é bela, minha Maria
Maria é meu amor
Amor que me faz chorar"
Fernanda Takai - Canta, Maria
Tanta festa familiar de uma família tão animada e unida em apenas um fim de semana, conhecer a priminha mais nova e mais lindis da Primaiada Zoide [Maria], brincar com o Davizoide e ter o prazer de ouvir a risada dele, que é a mais gostosa, rir da Clara e com a Clara, rever pessoas tão amadas e ainda assim sentir saudades de outras, não tem preço. Para todas as outras existem mais reuniões familiares. Babo ovo demais mesmo e nem ligo...
sábado, 28 de março de 2009
Maria Gabriela
Mais conhecida como Lella, uma amiga querida.
Em dois dias a morte cruza, através de duas pessoas de uma mesma família que é querida pela nossa. Pessoas da família da Lella. Lella, amiga da garotinha dos olhos verdes desde que Lella se entende por gente, ou coisa parecida. A mãe da Lella também é amiga da mãe da garotinha Barbosa desde que se entende por gente. Quarta foi a vez de Déia, governanta da família há 35 anos, atropelada por uma moto. Dois dias depois o pai de Lella vira um anjo para acompanhar Déia, após um acidente de carro.
Por ironia do destino eu não via Lella há mais de ano, eis que chega a morte, e nos revemos nessa situação. Que medo dessa cidade!
Em dois dias a morte cruza, através de duas pessoas de uma mesma família que é querida pela nossa. Pessoas da família da Lella. Lella, amiga da garotinha dos olhos verdes desde que Lella se entende por gente, ou coisa parecida. A mãe da Lella também é amiga da mãe da garotinha Barbosa desde que se entende por gente. Quarta foi a vez de Déia, governanta da família há 35 anos, atropelada por uma moto. Dois dias depois o pai de Lella vira um anjo para acompanhar Déia, após um acidente de carro.
Por ironia do destino eu não via Lella há mais de ano, eis que chega a morte, e nos revemos nessa situação. Que medo dessa cidade!
Belchior - Na hora do almoço
Eu ainda sou bem moço prá tanta tristeza
Deixemos de coisa, cuidemos da vida
Se não chega a morte, ou coisa parecida, ou coisa parecida
E nos arrasta moço sem ter visto a vida
Ou coisa parecida...
Ou coisa aparecida...
Ou coisa aparecida...
Deixemos de coisa, cuidemos da vida
Se não chega a morte, ou coisa parecida, ou coisa parecida
E nos arrasta moço sem ter visto a vida
Ou coisa parecida...
Ou coisa aparecida...
Ou coisa aparecida...
sexta-feira, 13 de março de 2009
Mode on
Safada era a cara do anjo, que no quarto noturno pintou no meu ouvido. Falou loucuras de amor. Pegou minha mão e saímos na troca de passos...
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Utopia da palavra
Utopia: Lugar ou situação ideal. Projeto irrealizável; quimera.
[mania de olhar significados no dicionário! hoho]
A chamada "utopia da palavra" refere-se a poesia e ao poema. Poesia por ter um caráter que emociona de forma a criar imagens e sugerir emoções por meio de combinações de sons, ritmos e significados. Poema; obra em verso ou não, em que há poesia. E por que utopia da palavra?! Pelo nada simples fato de vivermos sem a poesia e apenas almejarmos [no sentido mais profundo] por ela em casa, na rua, na chuva, na fazenda, ou numa casinha de sapé. Cercados de tecnologias de comunicação por pertencermos a uma sociedade globalizada [até demais], sentimo-nos cada vez mais inexpressivos e solitários. Poucos são os diálogos em que nos reconhecemos ou [re]conhecemos outros seres. A poesia é um dos antídotos. Para permanecermos vivos, para mudar a vida. Para a aproximação das palavras pensadas, escritas, faladas, seja em monólogos, diálogos, ou como for... Para a aproximação dos olhares. Para descontrair nos momentos juntos aos seus amigos e/ou familiares. Em busca de um mundo melhor, sem individualismo e repleto de poesias belas e por que não, não tão belas, mas talvez até pertubadoras?! Não porque emociona tem de ser belo. Certo?! Certo.
Vote "A Utopia da Plavra", de Severino Antônio, por uma sociedade de poetas vivos. Leia! Leia! Leia! E divulguem-o. Talvez assim, ao lê-lo, seja menos difícil amar e respeitar tudo e todos ao redor nessa imensidão chamada Terra onde nos dizemos seres humanos.
Fim.
[mania de olhar significados no dicionário! hoho]
A chamada "utopia da palavra" refere-se a poesia e ao poema. Poesia por ter um caráter que emociona de forma a criar imagens e sugerir emoções por meio de combinações de sons, ritmos e significados. Poema; obra em verso ou não, em que há poesia. E por que utopia da palavra?! Pelo nada simples fato de vivermos sem a poesia e apenas almejarmos [no sentido mais profundo] por ela em casa, na rua, na chuva, na fazenda, ou numa casinha de sapé. Cercados de tecnologias de comunicação por pertencermos a uma sociedade globalizada [até demais], sentimo-nos cada vez mais inexpressivos e solitários. Poucos são os diálogos em que nos reconhecemos ou [re]conhecemos outros seres. A poesia é um dos antídotos. Para permanecermos vivos, para mudar a vida. Para a aproximação das palavras pensadas, escritas, faladas, seja em monólogos, diálogos, ou como for... Para a aproximação dos olhares. Para descontrair nos momentos juntos aos seus amigos e/ou familiares. Em busca de um mundo melhor, sem individualismo e repleto de poesias belas e por que não, não tão belas, mas talvez até pertubadoras?! Não porque emociona tem de ser belo. Certo?! Certo.
Vote "A Utopia da Plavra", de Severino Antônio, por uma sociedade de poetas vivos. Leia! Leia! Leia! E divulguem-o. Talvez assim, ao lê-lo, seja menos difícil amar e respeitar tudo e todos ao redor nessa imensidão chamada Terra onde nos dizemos seres humanos.
Fim.
sábado, 24 de janeiro de 2009
Desejo o pó de pirlimpimpim
"Eu não sei o que fazer de mim; então, hoje eu quis morrer. Mas só um pouquinho. Na verdade, quero todos os dias, mas acabo permanecendo viva. Para o meu desespero, eu existo. E tudo à minha volta me lembra essa existência: meus sapatos, as roupas que usei ontem e agora estão dobradas em cima da cadeira, os livros organizados na estante, a lista de tudo o que não fiz [nem vou fazer] pregada na porta da geladeira. E ele, o espelho. Que fique claro, eu não sou a imagem do espelho. Ela aparece pronta a cada vez que eu me aproximo dele. Isso está errado. Quando eu olhar no espelho, leia-se: em contrução. Eu queria me encontrar assim, no susto, virando a esquina e dando de cara comigo:
- Oi!"
- Oi!"
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
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