Em tempos de ódio parei pra pensar no amor. E parei pra pensar o motivo das pessoas debocharem que "o amor é cego mesmo, né?" ou frases do tipo... O amor não é cego, pelo contrário, ele enxerga mto bem! E mto além do que se vê. É mto além do que se vê! Mto além da "beleza aparente" (ou ainda: se está dentro do padrão de beleza imposto pela sociedade). Ele enxerga a essência do outro, enxerga a sinceridade e pureza de um sorriso, enxerga os trejeitos característicos que fazem daquela pessoa única no mundo e única no seu mundo. Enxerga o carinho do outro com você, enxerga a cumplicidade. Enxerga, assim, a real beleza. O amor não é cego, o amor não é míope, o amor enxerga o que pra outros é obscuro ou não está ali; é como visto por uma coruja. Diga lá então que o cego é ele que não enxerga beleza onde a maioria também não vê, por ter uma visão padronizada pela sociedade e admirar apenas o exterior, sem sequer explorar a essência e conhecer o outro por inteiro, além da roupa, da polpa, da pele que habita enfim.
hoje quero a fruta inteira
e da fruta tiro a polpa (...)
O Teatro Mágico - De ontem em diante
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