Dia 6/05/2016 fui até a UFMG com a intenção de tirar foto na placa de entrada escrita "Centro Pedagógico". Como quem não quer nada, e sem muita esperança, fui arriscar e pedir ao porteiro pra me deixar entrar e, para minha surpresa, ele permitiu. Creio que pela escola estar em greve. Entrei, cheia de nostalgia e algo que não tinha sentido antes ao entrar num lugar: palpitações e todo um filme de anos passando pela minha mente em cada passo que eu dava... Me deixa aqui com meu melodrama, vai. Tá tão gostoso!
Engraçado que quando a gente é criança tudo parece tããão grande, né? Não que pra mim tenha mudado tanto, porque né, pequenina continuo. Mas os degraus que davam pra onde o escolar parava pareciam ser mais numerosos, assim como todos os degraus do colégio. Num espaço ao lado esquerdo desses túneis, brincávamos de formar uma roda e cada uma escolhia qual Chiquitita era, dançando e cantando, em meados de 1998, na 3ª e 4ª série. Nesses túneis deitávamos dentro, acompanhando a curva dos mesmos.
Andei pelos corredores, a cada sala que eu passava em frente me vinha uma lembrança. O dia em que roubei um chiclete na mochila da Stéfany e ela me pegou no flagra, o dia em que a baixinha invocada aqui brigou com a Daiane, caçando briga através de um puxão de orelha nela... Ixa, só nunca tive tamanho, né? O dia em que minhas amigas fingiram que esqueceram do meu aniversário, e apareceram com uma cesta cheia de presentes, acompanhada de uma carta e o diretor da escola lendo, me deixando emocionada. Não posso deixar de registrar também sobre o chá pra dor de cabeça na enfermaria. Não lembro se era de erva cidreira ou camomila, mas lembro muito bem o quanto eu fingia estar com dor de cabeça e chegava na enfermaria fazendo drama, só pra tomar o chazinho. E dá-lhe lembranças...
Depois as quadras, a sala de artes e as memórias das aulas com argila, a hortinha, a matinha misteriosa... Lembranças das aulas do Tadeu no Pandalelê, das aulas de Francês. Ao subir as escadas para as salas de cima, vários outros filmes passaram pela cabeça. O primeiro impulso que tive foi entrar no banheiro feminino, pra ver se ainda aprontam jogando papel molhado no teto. E adivinha...? Claro que sim, tinha um pedacinho ou outro lá, mas deu pra notar que ainda fazem isso. Ah, essas crianças e adolescentes...
Depois as quadras, a sala de artes e as memórias das aulas com argila, a hortinha, a matinha misteriosa... Lembranças das aulas do Tadeu no Pandalelê, das aulas de Francês. Ao subir as escadas para as salas de cima, vários outros filmes passaram pela cabeça. O primeiro impulso que tive foi entrar no banheiro feminino, pra ver se ainda aprontam jogando papel molhado no teto. E adivinha...? Claro que sim, tinha um pedacinho ou outro lá, mas deu pra notar que ainda fazem isso. Ah, essas crianças e adolescentes...
Fiquei encantada com a decoração que eles fizeram nesse cantinho. Cada pintura linda nos muros! Várias mini hortas, em garrafa pet e pendurada no muro. Intervenções de muitas cores e vida por todos os cantos. O que só me trouxe mais aconchego ao entrar e passear... Eita saudade do ensino fundamental que passei lá, que com certeza foram os melhores anos!
Clássicas escadas em que passei boa parte dos recreios, conversando com as amigas. Na nossa época não tinha esse porteiro aí não. Muito menos grades ao redor da escola... Íamos pro campão da FAE em algumas aulas de educação física, pro dia do banho da mangueira, veja só, que simplicidade e delícia de aula. Ou lanchar na FAE (Faculdade de Educação, o prédio logo acima do Centro Pedagógico), ou simplesmente vagar pela UFMG à fora.
Que continue bela e com essa energia tão gostosa! E deixe apenas boas lembranças pros atuais alunos também.




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