quinta-feira, 30 de abril de 2026

Um dez a fio supimpa!

Ter me proposto a tocar um instrumento de corda me fez lembrar quando comecei a fazer aulas de jazz dance, quando era criança... 

Loucura gostosa é nossa mente, né?! Até a gente pegar a coreografia era uma quantidade danada de nós na mente e no corpo até ele acostumar com a música e dançar de forma fluida...

Sempre achei diliça demais o som do ukulele e quis aprender a tocar, mas nunca me propus. Dia desses, comentando com um amigo musicista querido, ele disse que tinha um parado em casa, se eu não queria ficar com ele. Me incentivou tanto que, claro, não pude recusar e dei uma chance pra mim mesma.

 

Um trem que acho difícil demais da conta é cantar e tocar. Nunca consigo tocar tambor e cantar as cantigas do Boi Bumbá que participo, quiçá pensar em acordes e cantar... Isso pq são só 4 cordinhas, hein.

Admiro mais ainda a galera que toca violão tão maravilhosamente bem e canta lindamente. Cês são foda, parabéns mesmo! \o/ 

Comecei no sábado com esses humildes 2 acordes. Tão simples, mas tão significativos pra minha jornada de quem nunca tinha arriscado nenhum instrumento de corda. 

E ainda por cima tocando uma música que marcou minha infância, como várias outras do Skank. Ai que delícia ter me proposto a esse desafio!

Ontem consegui tocar Pensamento, do Cidade Negra, com 3 acordes, mas o canto segue devendo... hihi

Que a dançarina que existe em mim não deixe a Lívia que se propôs a aprender a tocar desistir. Que ela sempre se lembre do comecinho das aulas de jazz, onde não era fácil decorar logo de cara as coreografias. E assim seguimos, bailando e cantando!

A arte é coisa linda de viver e não dá pra deixá-la de lado não. Mente sã, corpo são. Sempre! 

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